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Ortodontia em crianças – Atenção desde os primeiros anos

  • Foto do escritor: Alika Rocha
    Alika Rocha
  • 30 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Ortodontia em crianças

Quando falamos de sorriso, beleza e dentes alinhados, costumamos pensar lá na frente, na dentição permanente, nos aparelhos etc. Mas a verdade é que alguns sinais podem (e devem) ser observados muito antes.

Desde os primeiros anos de vida, o corpo da criança está em intensa formação — os ossos da face, a arcada dentária, os hábitos de respiração, postura, fala e sono. E é aí que

entra a importância de olhar mais cedo, diagnosticar sinais sutis, antes que problemas se tornem complexos.


1. Quando levar a criança ao ortodontista (e quando ficar de olho)

  • Embora alguns profissionais recomendem a primeira avaliação ortodôntica por volta dos 6-7 anos, quando a dentição mista começa, não espere até esse momento se já houver sinais preocupantes.

  • Pais devem ficar atentos desde os 3 anos de idade a indicadores como:

    • Respiração pela boca em vez de pelo nariz.

    • Dormir mal, roncos ou pausas na respiração durante o sono.

    • Hábitos persistentes como chupar dedo ou chupeta além dos 3-4 anos.

    • Dificuldades para mastigar, engolir ou articular sons (falar).

    • Assimetrias no rosto ou postura facial alterada.

  • Quando algum desses sinais aparecer, é recomendado levar ao ortodontista para uma avaliação, mesmo que ainda haja somente dentes de leite.




2. Problemas que podem ser prevenidos cedo

Detectando cedo esses sinais, é possível prevenir ou minimizar:

  • Alterações de crescimento ósseo da maxila ou da mandíbula (assimetrias, discrepâncias).

  • Má oclusão (mordida cruzada, mordida aberta, sobremordida).

  • Impactos na respiração (respiração bucal pode gerar alterações faciais).

  • Problemas de sono e fonação (fala).

  • Alterações de postura da cabeça que podem impactar a postura corporal.



3. Benefícios de intervir ou acompanhar desde cedo

A Ortodontia em crianças traz os seguintes benefícios:

  • Menor complexidade de tratamento no futuro.

  • Potencial de correções ortopédicas mais eficazes, aproveitando crescimento natural.

  • Melhor desenvolvimento da função respiratória, fonação (fala), mastigação.

  • Impacto positivo no sono, saúde geral, autoestima da criança.

  • Redução de riscos de tratamentos invasivos ou longos depois.


Conclusão

A proteção do sorriso pode e deve começar cedo. Avaliações a partir dos 3 anos, quando bem feitas, podem detectar sinais sutis de alterações ortopédicas, respiratórias ou de hábitos que afetam o desenvolvimento facial. Isso não significa que todas as crianças nessa faixa etária vão usar aparelho. Muitas vezes o acompanhamento ou pequenas intervenções são suficientes, mas estar alerta e agir cedo pode transformar a saúde bucal, a autoestima e a qualidade de vida no presente e no futuro.

Se você nota qualquer um desses sinais em seu filho, fale comigo. Posso ajudar a avaliar de forma personalizada, prevenir, e garantir que a infância dele(a) seja saudável e feliz.


Com carinho,

Dra. Álika Rocha

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